E depois me dizem que imaginar o governo criando zumbis como arma é irreal e distante…
Acontece que cientistas extremamente desocupados da Universidade Nacional de Seul anunciaram a criação de um au-au genéticamente modificado que brilha no escuro (toma essa Eduardo do Crepúsculo) – e que pode ser apagado.
A fêmea beagle Tegon brilha e apaga ao ingerir uma substância de nome complexo que eu não sei traduzir junto com sua comida normal.
Segundo Lee Byeong-chun, pesquisador que lidera essa empreitada, “A criação de Tegon abre novos horizontes uma vez que o gene injetado para fazer o brilho cão pode ser substituído por genes que desencadeiam fatal doenças humanas.” Bom, se ele diz…
Mas não espere tem um Cão brilhante tão cedo: seu desenvolvimento custou cerca de três milhões de dólares em barras de ouro que valem mais que dinheiro.

Nenhum comentário:
Postar um comentário