Os dias passam, os tempos mudam,
Por onde ando eu observo muitas coisas,
Mais só vejo o amor,
Que me persegue mas não me atinge.
O som que eu ouço, não sei de onde vem,
A procura que eu faço parece sem sentido,
Na verdade nem eu mesmo sei o que procuro,
Sei o que é mais não sei quem, nem se existe.
Num buraco sem fim eu me sinto despencado,
Quando fecho os olhos, vejo minha felicidade,
Meu próprio mundo, ninguém vê, ninguém conhece,
Só me atinge e sufoca a agonia de que quando abrir os olhos, será a mesma coisa,
Só me sinto sóbrio em um mundo em coma alcoólico.
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